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| Tatiane Menezes, a Chuchu, ficou a três movimentos do fim do WOD - Foto: Arquivo Pessoal |
No 16.2 os competidores tinham quatro minutos para completar uma sequência de toes-to-bars (pé na barra), double-unders (saltos duplos com a corda) e squat cleans (agachamento). Quem conseguisse, ganhava mais quatro minutos para um novo round. E assim, seria até o quinto round.
"Quinto round? Eu quero mesmo é chegar no primeiro squat clean", ouviu-se após a divulgação do WOD. "Eu estou fora do RX, não sei pular corda", lamentou o outro. "É só treinar, problema vai ser a carga do segundo round, eu não aguento", disse mais um competidor. "Lógico que aguenta, eu vou até o meu limite", incentivou outro aluno.
E assim foi. O salto duplo, principal dificuldade para alguns, ganhou os ajustes necessários. Pulo mais alto e cadenciado, uso dos pulsos para girar as cordas, posicionamento correto dos braços e cotovelos e foco do olhar em um local fixo. Com as dicas, os saltos foram saindo.
"Treinei na sexta, no sábado e mais um pouco na segunda. Fiquei feliz com o meu resultado, já que quando o WOD foi divulgado pensei em desistir do RX. Eu nunca tinha conseguido fazer double-under. Agora é treinar para aprimorar o movimento", comemorou Victor Felix.
Quem tem habilidade com o double under, como o estudante de educação física Rafael Guaraldo, tirou o 16.2 de letra. "Consegui ir bem melhor do que no primeiro WOD, porque esses são movimentos que gosto de fazer e estou mais acostumado. Consegui manter o ritmo e já estou ansioso pelo 16.3", afirmou Guaraldo que conseguiu somar 168 pontos e foi o melhor do CFBoq, assim como o militar das Forças Armadas, Rodrigo de Angelis.
"O mais difícil foi fazer o salto duplo sem quebrar, já que você acaba ficando um pouco sem equilíbrio após a série de t2b e do clean. Como esse WOD teve uma carga alta, imagino que o próximo vai exigir bastante do nosso cardio", analisou Angelis.
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| Rodrigo De Angelis foi o melhor no 16.2 - Foto: Luana Garrido |
E para quem ficou apenas há três movimentos do fim do WOD, a palavra não poderia ser outra a não ser superação. A analista de sistemas Tatiane Menezes, a nossa Chuchu, desafiou o 16.2 duas vezes e conseguiu 427 pontos.
"Escolhi fazer o scale porque não sou boa nos movimentos ginásticos. Na primeira tentativa, descansei muito e acabei perdendo tempo. Com outra estratégia, descansei menos nos primeiros rounds e entrei no quinto round, superando minha expectativa. Fiquei bem feliz com o resultado", vibrou Chuchu.
CROSSFIT BOQUEIRÃO
|
||||||
Atleta
|
16.1
|
16.2
|
16.3
|
16.4
|
16.5
|
|
1
|
Matheus
Requena
|
182
|
165
|
|||
2
|
Rodrigo de
Angelis
|
149
|
168
|
|||
3
|
Diego Camara
|
155
|
166
|
|||
4
|
Fernando
Fernandes
|
157
|
165
|
|||
5
|
Rafael
Guaraldo
|
138
|
168
|
|||
6
|
Tati Abreu
|
150
|
143
|
|||
7
|
Rafael
Florêncio
|
121
|
165
|
|||
8
|
Mithra
Cherici
|
125
|
88
|
|||
9
|
Victor Felix
|
141
|
82
|
|||
10
|
Nelson
Mendes
|
178
|
75
|
|||
11
|
Natalia
Okida
|
122
|
87
|
|||
12
|
Vini Campos
|
146
|
80
|
|||
13
|
Vitor Pajaro
|
124
|
81
|
|||
14
|
Murilo
Prando
|
106
|
82
|
|||
15
|
Gabriel
Fazzini
|
102
|
84
|
|||
16
|
Camila
Cuoghi
|
104
|
82
|
|||
17
|
Thiago Rosa
|
92
|
78
|
|||
18
|
Caio Brasil
|
108
|
50
|
|||
19
|
Leonardo
Vida
|
120
|
347 (s)
|
|||
20
|
Bruno
Mangerona
|
101
|
76
|
|||
21
|
Bruna
Borgato
|
148
|
0
|
|||
22
|
Marco Freire
|
88
|
71
|
|||
23
|
Felipe
Gongola
|
187 (s)
|
78
|
|||
24
|
Thamires
Marcondes
|
220 (s)
|
341 (s)
|
|||
25
|
Tatiane
Menezes
|
200 (s)
|
427 (s)
|
|||
26
|
Rubia
Santinho
|
200 (s)
|
339 (s)
|
|||
27
|
Renato Piva
|
65
|
167 (s)
|
|||
28
|
Gabriela
Martinucci
|
213 (s)
|
254 (s)
|
|||
29
|
Guilherme
Aguiar
|
221 (s)
|
0
|
|||
30
|
Camila
Caetano
|
207 (s)
|
168 (s)
|
|||
31
|
Renata
Pierry
|
174 (s)
|
257 (s)
|
|||
32
|
Pablo
Sanchez
|
163 (s)
|
259 (s)
|
|||
33
|
Giovana
Rosien
|
167 (s)
|
174 (s)
|
|||
34
|
Natalia
Quintas
|
186 (s)
|
0
|
|||


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