8.3.16

Superação no 16.2


Tatiane Menezes, a Chuchu, ficou a três movimentos
 do fim do WOD - Foto: Arquivo Pessoal
Como não podia ser diferente o Open 16.2 mexeu com os alunos do Crossfit Boqueirão. A expectativa em torno do WOD começou na quinta-feira (3) e terminou na noite desta segunda (7) após a validação dos resultados, que comprovaram a tese de que esta competição é muito mais do que uma corrida contra adversários. No Open, o objetivo principal é superar seus limites e buscar evoluir em cada exercício proposto.

No 16.2 os competidores tinham quatro minutos para completar uma sequência de toes-to-bars (pé na barra), double-unders (saltos duplos com a corda) e squat cleans (agachamento). Quem conseguisse, ganhava mais quatro minutos para um novo round. E assim, seria até o quinto round. 

"Quinto round? Eu quero mesmo é chegar no primeiro squat clean", ouviu-se após a divulgação do WOD. "Eu estou fora do RX, não sei pular corda", lamentou o outro. "É só treinar, problema vai ser a carga do segundo round, eu não aguento", disse mais um competidor. "Lógico que aguenta, eu vou até o meu limite", incentivou outro aluno. 

E assim foi. O salto duplo, principal dificuldade para alguns, ganhou os ajustes necessários. Pulo mais alto e cadenciado, uso dos pulsos para girar as cordas, posicionamento correto dos braços e cotovelos e foco do olhar em um local fixo. Com as dicas, os saltos foram saindo. 

"Treinei na sexta, no sábado e mais um pouco na segunda. Fiquei feliz com o meu resultado, já que quando o WOD foi divulgado pensei em desistir do RX. Eu nunca tinha conseguido fazer double-under. Agora é treinar para aprimorar o movimento", comemorou Victor Felix.

Quem tem habilidade com o double under, como o estudante de educação física Rafael Guaraldo, tirou o 16.2 de letra. "Consegui ir bem melhor do que no primeiro WOD, porque esses são movimentos que gosto de fazer e estou mais acostumado. Consegui manter o ritmo e já estou ansioso pelo 16.3", afirmou Guaraldo que conseguiu somar 168 pontos e foi o melhor do CFBoq, assim como o militar das Forças Armadas, Rodrigo de Angelis. 

"O mais difícil foi fazer o salto duplo sem quebrar, já que você acaba ficando um pouco sem equilíbrio após a série de t2b e do clean. Como esse WOD teve uma carga alta, imagino que o próximo vai exigir bastante do nosso cardio", analisou Angelis. 

Rodrigo De Angelis foi o melhor no 16.2 - Foto: Luana Garrido
A quebra dos limites não é só para quem encara o RX, aqueles que optam por fazer o WOD com a carga recomendada. Tem também os que ainda não dominam a execução de alguns movimentos e optam pelo Scale, ou seja, uma versão adaptada dos exercícios.

E para quem ficou apenas há três movimentos do fim do WOD, a palavra não poderia ser outra a não ser superação. A analista de sistemas Tatiane Menezes, a nossa Chuchu, desafiou o 16.2 duas vezes e conseguiu 427 pontos. 

"Escolhi fazer o scale porque não sou boa nos movimentos ginásticos. Na primeira tentativa, descansei muito e acabei perdendo tempo. Com outra estratégia, descansei menos nos primeiros rounds e entrei no quinto round, superando minha expectativa. Fiquei bem feliz com o resultado", vibrou Chuchu. 


CROSSFIT BOQUEIRÃO

Atleta
16.1
16.2
16.3
16.4
16.5
1
Matheus Requena
182 
165



2
Rodrigo de Angelis
149
168 



3
Diego Camara
155
166 



4
Fernando Fernandes
157
165



5
Rafael Guaraldo
138
168 



6
Tati Abreu
150 
143



7
Rafael Florêncio
121
165



8
Mithra Cherici
125
88



9
Victor Felix
141
82



10
Nelson Mendes
178 
75



11
Natalia Okida
122
87



12
Vini Campos
146
80



13
Vitor Pajaro
124
81



14
Murilo Prando
106
82



15
Gabriel Fazzini
102
84



16
Camila Cuoghi
104
82



17
Thiago Rosa
92
78



18
Caio Brasil
108
50



19
Leonardo Vida
120
347 (s)



20
Bruno Mangerona
101
76



21
Bruna Borgato
148
0



22
Marco Freire
88
71



23
Felipe Gongola
187 (s)
78



24
Thamires Marcondes
220 (s)
341 (s)



25
Tatiane Menezes
200 (s)
427 (s)



26
Rubia Santinho
200 (s)
339 (s)



27
Renato Piva
65
167 (s)



28
Gabriela Martinucci
213 (s)
254 (s)



29
Guilherme Aguiar
221 (s)
0



30
Camila Caetano
207 (s)
168 (s)



31
Renata Pierry
174 (s)
257 (s)



32
Pablo Sanchez
163 (s)
259 (s)



33
Giovana Rosien
167 (s)
174 (s)



34
Natalia Quintas
186 (s)
0




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